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PUMA

Fonte: Blog do Sormani/Terra

 

O São Paulo fechou contrato com a Puma. A empresa alemã vai patrocinar o Tricolor por cinco temporadas.

A cada ano a Puma vai pagar ao time paulista R$ 19 milhões.

O contrato ainda não foi assinado, mas o será na próxima semana.

Boa notícia para o São Paulo, ruim para o Botafogo: a direção da Puma, ao mesmo tempo, decidiu que deixa o time carioca a partir do ano que vem.

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Puma deve ser a nova fornecedora do São Paulo

MANTOS DO FUTEBOL – Postado em: 08/09/2014

A Puma deve mesmo ser a nova fornecedora de camisas do São Paulo, o acordo por 5 temporadas já estaria apalavrado e a fornecedora alemã estaria disposta a desembolsar de fato cerca de R$ 19 milhões em dinheiro, só que diferentemente do que muitos veículos tem noticiado o acordo não deve ficar só nisso, já que ainda serão discutindo valores a ser entregues em materiais esportivos, ações de marketing, prêmios e participações em vendas que devem aumentar consideravelmente o valor final oferecido.

Nas redes sociais muitos torcedores estão esbravejando pelo valor fechado com a Puma ser muito menor do que o atual, mas vale lembrar que apesar do contrato com a Penalty ser de um total de R$ 36 milhões, nem todo esse montante é pago em dinheiro, já que R$ 21 milhões é o montante oferecido em grana e o restante (R$ 15 mi) são pagos em materiais esportivos e participações em vendas.

O São Paulo ainda nega o novo acordo e não deverá oficializá-lo até o final do ano, pois o contrato assinado com a Penalty vai até o final de 2015 e é aí que há uma indefinição, pois para a Puma assumir já no início/meados do ano que vem, será necessário uma quebra de contrato e por isso tudo está sendo tratado com sigilo pelo clube que não pretende desvalorizar o atual acordo já que o tricolor recebe royalties de venda em uniformes e junto com a fornecedora ainda promete um grande lançamento no final do ano em homenagem ao goleiro Rogério Ceni que se aposentará dos gramados.

A Under Armour (que deve fechar com o Santos) foi descartada pois não teria no Brasil a estrutura necessária para arcar com as exigências da diretoria do São Paulo, já a Adidas (que chegou a ser cogitada) foi descartada pois não conseguiria dar a atenção necessária ao clube já que investe bastante de seus esforços com outros clubes como o Flamengo e o Palmeiras.

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O São Paulo já tem um novo fornecedor de material esportivo: a Puma. O acordo verbal foi fechado na última semana e passará a valer a partir de janeiro do ano que vem. A empresa alemã será responsável por produzir os uniformes do Tricolor pelas próximas cinco temporadas.

Cada ano garantirá R$ 15 milhões ao São Paulo. O clube ainda receberá outras compensações, como a entrega de uniformes para todos as categorias de base do futebol, além dos atletas de outros esportes que competem pelo clube.

Oficialmente, o discurso do presidente Carlos Miguel Aidar é de que restam detalhes para o acerto. Trata-se, porém, de estratégia para não ferir a Penalty, com a qual existe contrato até dezembro de 2015 — ele será rescindido ao fim do Brasileirão.

A Puma vai desembolsar exatamente o mesmo que a Penalty. Há, no entanto, algumas vantagens: a atual parceira tem pagado com atraso — chegou a dever quatro meses — e virou alvo de insatisfação por não conseguir distribuir os produtos para os torcedores são-paulinos pelo país.

A rescisão do contrato com a Penalty vai custar R$ 2,25 milhões, que equivale a 15% do valor do contrato que resta. No acerto com o São Paulo, a Puma se comprometeu a pagar integralmente a multa.

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Já faz quase duas semanas que, pelas redes sociais, torcedores me cobram uma análise sobre o contrato entre São Paulo e Penalty, avaliado, pelas duas partes, em R$ 35 milhões. Não havia me manifestado antes pelo fato de não ter tido tempo de debruçar-me um pouco mais sobre o assunto além do básico, que era o anúncio oficial.

Mas ontem o Rodrigo Capelo publicou mais detalhes esclarecedores em seu blog na Época Negócios (leia aqui). Da mesma forma, em entrevista à Máquina do Esporte que será publicada na sexta-feira, Rafael Gouveia, gerente geral da Penalty, afirmou entre outras coisas que o valor divulgado é de R$ 35 milhões, mas que o investido em espécie não chega a tanto.

Vamos primeiro tentar trazer a explicação para o torcedor. Os contratos de patrocínio desses grandes clubes com grandes marcas envolvem geralmente um pagamento fixo em dinheiro, apelidado de luvas. Seria o equivalente ao que um time paga para ter um jogador. No caso da Penalty com o São Paulo, ele é de R$ 13 milhões. No do Flamengo com a Adidas, de R$ 12,5 milhões durante cinco anos, subindo para R$ 17,5 milhões nos últimos cinco anos (detalhes aqui). E, no novo acordo Corinthians-Nike, de R$ 15 milhões.

Depois desse valor fixo, existe um acordo para o fornecimento de uniforme em si. É feito um cálculo geralmente usando-se como base a quantidade de peças que serão destinadas ao clube ao longo do ano. Nessa conta entra camisa de jogo, de treino, uniforme de viagem, meia, calção, mochila, etc. O valor a ser pago, aí, é geralmente divulgado tendo como base o preço “cheio” de cada um desses produtos. Ou seja, aquele que chega para o consumidor final. É uma forma de “inflar” os valores do contrato. E o preço médio por peça considerado pelo mercado é de R$ 70.

Por fim entram os valores variáveis do acordo. Quase sempre essa equação é composta de dois itens: bonificação por performance e pagamento de royalties. O primeiro é fácil de entender. Conforme o clube for nas competições, ganha prêmio em dinheiro. São as metas de desempenho. Essas, quase sempre, são levadas em conta para levar o contrato lá para o alto. E quase sempre tendo em vista o maior potencial de receita que pode existir.

Já os pagamentos de royalties são mais complexos de entender. Até porque o modelo de pagamento varia. Na maior parte das vezes é estabelecido um valor mínimo de vendas por mês. O que passa dessa conta fica parte com o fabricante e parte é repassada ao clube. Geralmente de 5 a 10% do total vendido a mais do que aquele mínimo é o que volta para o time. Mas, em alguns casos, como nos contratos de Corinthians e Flamengo, por exemplo, a empresa também garante um pagamento fixo mesmo que a meta não seja atingida.

Sendo assim, a Penalty e o São Paulo convenientemente inflaram para R$ 35 milhões o valor do contrato de ambos (ele vale isso, mas só espremendo tudo ao máximo). Para os dois, o motivo que leva a isso é o mesmo. Ficar melhor na foto com seus concorrentes. É importante para o Tricolor se posicionar como alguém que, mesmo com menor torcida, tem melhor contrato do que o Corinthians e de que está bem próximo daquele do Flamengo.

Já para a Penalty, no meio de uma mudança de mercado provocada pelo ocaso da Vulcabras|Azaleia, é perfeito mostrar que ela resolveu se meter no duelo Nike e Adidas pelos grandes do futebol nacional. Tanto que, das cinco maiores torcidas, duas (Vasco e São Paulo) estão com ela. Tudo isso representa um grande salto para uma marca que, há dois anos, estava perdida sem saber que rumo tomar e que retomou o projeto de ser a principal empresa brasileira no futebol, posto esse que já alcançou e que agora consolida e se vangloria com o acordo recorde com o São Paulo.

O fato é que Flamengo, São Paulo, Corinthians e todos os demais clubes não recebem o dinheiro que dizem quando os valores do contrato são revelados. Para quem quiser saber o valor mais ou menos exato, o ideal é esperar até abril de 2014 quando os balanços financeiros de 2013 serão divulgados. Quem sabe ali será possível ter uma ideia de quanta grana entra no caixa de cada um dos clubes referentes ao patrocínio.

Mas se você quiser ir além da picuinha de dizer “eu ganho mais”, saiba que geralmente são as empresas de material esportivo que ditam o potencial de arrecadação dos clubes no Brasil. Por depender diretamente da venda de produtos, são elas as que mais pesquisam o quanto cada clube pode vender e, assim, pagam geralmente o preço “justo”. E, nesse quesito, corintianos, flamenguistas e são-paulinos podem se gabar, já que estão à frente dos demais adversários. Nessa lista, se tiver com a casa minimamente arrumada, o Palmeiras também pode fazer parte. Nos rankings de vendas de uniforme, geralmente o alviverde duela com o São Paulo pelo terceiro lugar.

Só que isso é tema para outro post…

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