Novos telões

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São Paulo descartou reformar o Morumbi (Foto: Luis Moura/WPP/Estadão Conteúdo)

A diretoria do São Paulo tem a sua disposição dois orçamentos para a instalação de dois telões gigantes no Morumbi. O departamento de marketing do Tricolor decidiu que o estádio precisa de uma tecnologia deste tipo, já existente nas casas de Corinthians e Palmeiras.

No momento, a fase é de negociação entre o Tricolor e as empresas que forneceram o orçamento. Quem oferecer o melhor preço e condição de pagamento deve ser o responsável por instalar os telões no Morumbi.

 

O São Paulo espera concluir a negociação e ter os telões instalados no estádio até, no máximo, o final desta temporada.

Dentro do São Paulo chegou-se a discutir uma reforma completa do Morumbi. Até foi cogitada a demolição do estádio para a construção de um completamente novo, mas o plano foi descartado. O presidente Leco também levou em consideração a ideia de uma reforma mais ampla, no entanto, a crise econômica do país e a situação nebulosa de muitas empreiteiras fizeram com que o mandatário descartasse a hipótese.

São Paulo inicia reforma dos vestiários e das salas de imprensa do Morumbi

02/12/2016 15h13 – Atualizado em 02/12/2016 15h32

Estimativa é de que obra esteja pronta até o final de março. Clube estabeleceu parceria com emprega de bebidas que irá bancar os trabalhos

Por Marcelo Hazan e Marcelo PradoSão Paulo

Novos vestiários, duas novas salas de imprensa, um lounge bar com estações de trabalho para jornalistas. A diretoria do São Paulo já iniciou a reforma de todo o saguão do estádio do Morumbi. A previsão é de que tudo esteja pronto até o final de março. Tudo será bancado pela Ambev, empresa de bebidas que também vai expor a sua marca no local. Somadas, as obras custarão R$ 2,5 milhões e terão a área de mil metros quadrados.

Sala de imprensa do estádio do Morumbi será bem maior do que a atual (Foto: GloboEsporte.com)Sala de imprensa do estádio do Morumbi será bem maior do que a atual (Foto: GloboEsporte.com)

A diretoria tricolor pensa na reformulação dos locais há tempos, mas agora conseguiu organizar tudo. Ainda está em discussão se isso obrigará a equipe a atuar no estádio do Pacaembu no começo do Campeonato Paulista.

Veja outras imagens que mostram como devem ficar os locais após a reforma

Lounge bar do estádio do Morumbi terá internet fixa e wi-fi para facilitar a vida dos jornalistas (Foto: GloboEsporte.com)Lounge bar do estádio do Morumbi terá internet fixa e wi-fi para facilitar a vida dos jornalistas (Foto: GloboEsporte.com)
Outra visão do Lounge Bar que será construído no saguão do estádio do Morumbi (Foto: GloboEsporte.com)Outra visão do Lounge Bar que será construído no saguão do estádio do Morumbi (Foto: GloboEsporte.com)
Imagem mostra como ficará o corredor onde ficarão localizados os vestiários e as salas de imprensa (Foto: GloboEsporte.com)Imagem mostra corredor onde ficarão localizados os vestiários e as salas de imprensa (Foto: GloboEsporte.com)

Alckmin é exemplo de mal gestor

Governo de SP quer R$ 120 mi por 2 linhas do Metrô

Estadão Conteúdo

01.12.16 – 08h09

A gestão Geraldo Alckmin (PSDB) libera para consulta pública, nesta quinta-feira, 1º, minutas do edital para a concessão das Linhas 5-Lilás e 17-Ouro do Metrô, ambas em obras na zona sul da cidade. Os dois ramais, cuja construção supera R$ 10 bilhões e está em atraso, serão ofertadas pelo preço inicial de R$ 120 milhões a grupos empresariais que terão direito de explorá-los por um período de 30 anos de concessão.

O secretário estadual de Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, justifica o valor baixo – ante o volume de investimentos já feitos por São Paulo -, com o argumento de que a economia virá do preço que a empresa receberá por passageiro transportado: R$ 1,69, muito inferior aos R$ 3,80 cobrados atualmente dos passageiros de trem.

“A tarifa pública, que é aquela que o passageiro paga e dá direito às integrações, não muda. Mas esse valor (R$1,69) pagará o operador e não irá onerar o sistema”, disse. “A gente poderia cobrar um valor de outorga maior, mas teria de usar uma tarifa maior. Resolveria um problema agora, poderia dar mais receita para o Estado, mas criaria um problema no futuro, com custos maiores para a rede”, avalia Pelissioni.

Usando como base a estimativa de público apenas da Linha 5, 800 mil pessoas por dia, a empresa teria uma remuneração bruta diária de R$ 1,3 milhão. “Ela será responsável pela operação e pela manutenção das duas linhas”, explica Pelissioni. “Há uma sinergia entre as estações. Com um mesmo operador, há economia de energia, de custos”, afirma o secretário.

A ViaQuatro, da Linha 4-Amarela, por exemplo, por ora a única empresa privada que opera uma linha em funcionamento de metrô, recebe um valor de R$ 2,04 por passageiro transportado. “Eles tiveram de fazer os investimentos em trens”, argumenta Pelissioni. “Pelos nossos cálculos, vamos entregar tudo pronto: vias e trens.”

A extensão da Linha 5-Lilás, que hoje vai do Capão Redondo até a Estação Adolfo Pinheiro, na zona sul, prevê mais dez estações e deve estar concluída em 2018. O ramal teve a construção paralisada por denúncias de formação de cartel entre as construtoras da linha em 2010.

A Linha 17-Ouro é mais complicada. Do trecho inicial, que iria da Estação Jabaquara da Linha 1-Azul, na zona sul, passaria pelo Aeroporto de Congonhas, cruzaria o Rio Pinheiros e chegaria ao Morumbi, apenas o percurso entre Congonhas e a Avenida Chucri Zaidan está em andamento, com promessa de entrega em 2019. A obra havia sido prometida para a Copa de 2014. A concessão será do trecho em obras. O governo não tem previsão para concluir o traçado.

Prazos.

A consulta pública aberta nesta quinta, cujo anúncio foi feito no Diário Oficial de quarta, será feita até o dia 20. O material está no site da secretaria (www.stm.sp.gov.br). A licitação deve ser finalizada em abril do ano que vem.

Escolhida a nova empresa, serão até três os grupos privados operando o metrô – além da Linha 4-Amarela, há a Linha 6-Laranja, totalmente construída pelo setor provado, mas que está com as obras paralisadas por falta de verbas.

Pelissioni afirmou que o Estado vem estudando a criação de uma agência reguladora para o setor, responsável por fiscalizar as empresas, o que liberaria o Metrô e a secretaria. A ViaQuatro organiza um debate sobre o tema para março. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Juiz nega ação que pretendia cancelar monotrilho da Linha 17

Ação impetrada pela Associação dos Amigos da Vila Inah buscava invalidar concorrência da obra

foto: Borelli & Merigo Arquitetura

Não há dúvida que o projeto e execução da Linha 17-Ouro tem sido até o momento uma sequência de erros que culminam com quase cinco anos de obras sem que o início de operação esteja num horizonte seguro. Porém, considerar a linha inútil a ponto de requisitar à Justiça seu cancelamento mostra a que ponto parte da sociedade é capaz de chegar para defender apenas seus interesses.

Impetrada pela SAVIAH, associação dos moradores do bairro de Vila Inah, próximo ao estádio do Morumbi e da avenida Francisco Morato, uma ação pública foi enfim julgada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo no mês passado. A ação civil pedia a invalidação da concorrência enumerando tantos fatores que ficou claro desde o início que não havia ali um motivo justificado para que a cidade, tão carente de transporte público, perdesse um ramal que terá a função de ligar nada menos que quatro outras linhas de metrô e da CPTM.

Na ação de 2010, é questionada a necessidade de um meio de transporte para chegar até o estádio do Morumbi, que até então seria a sede paulista para a Copa do Mundo de 2014. Na visão da associação, a Linha 4-Amarela, que na época ainda tinha como previsão a entrega da estação São Paul0-Morumbi em 2014, seria suficiente para dar conta da demanda do estádio – no fim, a obra saiu da matriz dos projetos ligados ao evento esportivo porque houve a substituição do estádio, como todos sabem. Ironia do destino, o trecho que afeta Vila Inah está sem previsão de sair do papel.

Mas nada disso torna a Linha 17 inútil, afinal não se constroem linhas de metrô ou mesmo um corredor de ônibus focados apenas em algumas semanas de um evento esportivo. Basta ver como a nova Linha 4 do Metrô do Rio tem sido importante para a mobilidade da cidade após o encerramento dos Jogos Olímpicos. A decisão proferida pelo juiz no mês passado considerou “o pleito improcedente, reforça a regularidade da escolha do modal monotrilho, da concorrência internacional e do processo de licenciamento ambiental”, realizados pelo Metrô.

É lamentável que muitos cidadãos paulistanos ainda torçam o nariz para o transporte público. Mal sabem que parte do sofrimento e das dificuldades que enfrentam hoje é causada justamente por uma cidade cuja mobilidade é péssima e que encarece e dificulta a qualidade de vida e a produtividade da região metropolitana. Se o monotrilho cumprirá sua função de transporte de média capacidade, é algo que só saberemos quando as três linhas programadas estiverem em operação. Até lá, atacar o modal é apenas querer adivinhar o futuro.

Avenida Telê

O São Paulo conseguirá em breve homenagear Telê Santana, técnico que levou o clube a conquistar um Brasileiro, dois Paulistas, duas Libertadores, dois Mundiais além de alguns outros títulos. O Diário Oficial do Município publicou o texto de autoria do vereador do PT Arselino Tatto.

A inspiração do São Paulo para foi o Palmeiras, que conseguiu mudar um trecho da rua Turiassu para Rua Palestra Itália, com isso, a diretoria de MKT do São Paulo e a Under Armour, fornecedora de material esportivo do Tricolor, segundo noticiou O Estado de S.Paulo, iniciaram uma campanha para que a avenida Jules Rimet, entre a avenida Padre Lebret e a praça Roberto Gomes Pedrosa se transforme em Avenida Telê Santana.

Com Dario Rodrigues

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